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PSIQUIATRIA CRÍTICA

O PODER PSIQUIÁTRICO, DE MICHEL FOUCAULT

O PODER PSIQUIÁTRICO, DE MICHEL FOUCAULT

Foucault mostra que a psiquiatria não apenas cura, também produz poder, normaliza corpos e transforma a diferença em doença.

HISTÓRIA DA LOUCURA, DE MICHEL FOUCAULT

HISTÓRIA DA LOUCURA, DE MICHEL FOUCAULT

Foucault mostra como a razão ocidental transformou a loucura em doença mental, silenciando sua verdade histórica, cultural e política.

O CORPO SEM ÓRGÃOS: DA REBELIÃO DE ARTAUD À EXPERIMENTAÇÃO SOMÁTICA

O CORPO SEM ÓRGÃOS: DA REBELIÃO DE ARTAUD À EXPERIMENTAÇÃO SOMÁTICA

O Corpo sem Órgãos (CsO) é um conceito revolucionário que explora a libertação do corpo de estruturas impostas, conectando filosofia, arte, práticas somáticas e tradições espirituais como o Taoísmo e o Xamanismo.

ARTE E LOUCURA: ARTAUD, O PRIMEIRO ANTIPSIQUIATRA

ARTE E LOUCURA: ARTAUD, O PRIMEIRO ANTIPSIQUIATRA

Tomando Antonin Artaud em sua crítica contundente à Psiquiatria no século XX, fazemos um percurso sob a ótica dos "suicidados da sociedade", do "teatro da crueldade" e do "corpo-sem-órgãos".

FILOSOFIA E PSIQUIATRIA

FILOSOFIA E PSIQUIATRIA

A psiquiatria, além da medicalização, busca compreender a subjetividade e o sofrimento. A partir da filosofia, questiona-se seu papel como dispositivo de controle e exploram-se alternativas para uma saúde mental libertadora.

DA LOUCURA À DOENÇA MENTAL: O CONTROLE PSIQUIÁTRICO

DA LOUCURA À DOENÇA MENTAL: O CONTROLE PSIQUIÁTRICO

A loucura foi medicalizada e transformada em doença mental. A psiquiatria, por meio de manicômios e classificações, estabeleceu formas de controle social sob uma aparência médica.








PSIQUIATRIA, CIÊNCIA E PODER

PSIQUIATRIA, CIÊNCIA E PODER

A psiquiatria não é apenas uma ciência objetiva: está entrelaçada com relações de poder. Desde os manicômios até o DSM, ela classificou e normatizou comportamentos, servindo como uma tecnologia de controle social sob a aparência de neutralidade científica.

A MEDICALIZAÇÃO DA EXISTÊNCIA

A MEDICALIZAÇÃO DA EXISTÊNCIA






A psiquiatria reduz o corpo a mera função orgânica e os afetos a simples sintomas, presa em um dualismo cartesiano. Falta-lhe desenvolver uma teoria do corpo vivido e dos afetos como forças intensivas, perpetuando assim uma abordagem biomédica reducionista.

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